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MERCADO DE AÇÕES: A BOLHA QUE NÃO ESTOURA
Mercado Competitivo5 Julho 2007   

Mercado de ações: a bolha que não estoura

 

Por Cássio Marques Dell Orti*

 

Mercado de Capitais. Nunca se ouviu falar tanto nesta frase durante os últimos 3 anos. Com uma alavancagem considerável desde 2005, os investimentos em empresas de capital aberto estão se tornando mais atrativos, tanto para investidores internos quanto externos.

 

Todo otimismo para esse mercado iniciou-se em meados de 2005, através da política de subida de juros usado pelo governo, que propiciou numa maior na entrada de capital externo no país, aproximadamente R$ 1,752 bilhão. Ora por meio de alto custo do dinheiro, ora pela alta rentabilidade que os títulos públicos estavam proporcionando.

 

Assim, o bom desempenho das empresas nesse período, atrelado a um controle maior da inflação no Brasil, apresentou um espaço para um novo ciclo de redução de juros em 2007, fazendo com que a boa fase da economia continuasse, elevando ainda mais a entrada de moedas estrangeiras, porém, agora não pela alta dos juros, e sim, pela força nas exportações das empresas nacionais que elevaram suas receitas, mantendo assim, a boa fase da economia do país.

 

Desse modo, podemos afirmar que, mesmo com um PIB abaixo de 3% e os escândalos de corrupção em 2006, não foram suficientes para prejudicar o crescimento na economia, fazendo com que o mercado de capitais superasse recordes após recordes o volume de negociações na bolsa, criando dúvidas peculiares no mercado como: Será uma supervalorização? Ou um novo cenário de negociação se aproxima?

 

Aparentemente a segunda pergunta é a mais plausível no momento. Apesar desta ?bolha de crescimento? ter sido vista e taxada como superficial por especialistas no começo deste ano, com algumas instituições insinuando até mesmo um possível ?crash? a qualquer momento, alguns fatores sustentáveis fez com que os analistas reavaliassem suas perspectivas, e começassem a aproveitar o bom momento.   

 

Dentre esses fatores sustentáveis, a quebra de resistências de preços nas blue chips e no Ibovespa, a perspectiva de crescimento econômico no Brasil, controle de inflação, e a manutenção da política monetária nos EUA, aumentando assim as possibilidades de mantermos um dólar em nível abaixo dos 1,90 reais até o fim do ano, fez com que o Brasil pela primeira vez na história ultrapassasse a marca recorde no mercado de 50 mil pontos, reduzindo ainda seu rating entre os principais analistas de riscos em investimentos no mundo, que proporcionaram o tão admirado conceito de Investment Grade.

 

Com a exceção de realização de lucros, especulações internacionais provenientes principalmente da Ásia, pagamentos de proventos e liquidações técnicas, dificilmente o Ibovespa terminará o ano com uma tendência invertida, apostando assim, na continuidade dessa ?bolha?, estimando ainda uma meta entre 55 e 57 mil pontos até final de dezembro. Por isso, aproveitem à boa fase e bons negócios.

 

IPO ? Oferta Pública Inicial de Ações

 

Outro segmento que se tornou novidade em 2007 e também sustenta o bom desempenho da Bovespa para este ano, é a emissão de novas ações no mercado de capitais, chamadas na sigla em inglês como ?IPO?.

 

O resultado positivo da economia interna, refletida no crescimento de empresas brasileiras, gerou uma nova opção de investimento para pequenos investimentos em 2006 e vem tomando mais força no ano de 2007.

 

Apesar de ter como seu maior público o pequeno investidor, os ingressos de empresas no mercado acionário já totalizaram 21 companhias em 2007, sendo que, existem ainda mais 19 empresas em situação de espera na aprovação da CVM. Esse montante gerou até agora um volume de R$ 18,27 bilhões, sendo 75% desse total provenientes de reservas estrangeiras.

 

 

Autor:

* Cássio Marques Dell Orti - Analista de Investimentos da 10K Finance.

 www.10kfinance.com.br

 



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